O dia acordou tarde.
Anda vida!
Meu coração arde.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
bricolagem- textos antigos de cara nova
1- O canto insiste
Porque a vida é incompleta
Alegre e triste, sou poeta.
2- Tal qual um galo
Canto na madrugada
Tecendo o amanhã.
Porque a vida é incompleta
Alegre e triste, sou poeta.
2- Tal qual um galo
Canto na madrugada
Tecendo o amanhã.
terça-feira, 24 de maio de 2011
hai-kai de avó
O pintinho amarelinho cabe aqui na minha mão
e a menina, dona dele,
Transborda meu coração.
Sapo cururu na beira do rio
A menina canta
Porque a vida espanta.
e a menina, dona dele,
Transborda meu coração.
Sapo cururu na beira do rio
A menina canta
Porque a vida espanta.
terça-feira, 10 de maio de 2011
subvertendo o dicionário
Poesia – palavra cantante que anda por caminhos di-versos.
Saudades - ressonâncias que cutucam vazios.
Tristeza – 1 - mergulho na dor de existir.
Tristeza – 2 - escuridão necessária pra se ver a luz do dia.
Alegria – momento em que só o agora tem importância.
Presente – jeito de estar na vida dos outros.
Fantasia – modo de vestir o mundo com outras cores.
Netos – aqueles que acordam a criança que mora em nós.
Viagem – saída para descobrirmos outros eus.
Lar - lugar que acolhe os meus retornos.
Amigo – bálsamo para as asperezas da vida.
Nostalgia – saudade do não vivido.
Palavra – mala precária pra envolver a intensidade da existência.
Psicanálise – possibilidade de reinventar-se.
Humor – magia que torna gostosos os dissabores.
Saudades - ressonâncias que cutucam vazios.
Tristeza – 1 - mergulho na dor de existir.
Tristeza – 2 - escuridão necessária pra se ver a luz do dia.
Alegria – momento em que só o agora tem importância.
Presente – jeito de estar na vida dos outros.
Fantasia – modo de vestir o mundo com outras cores.
Netos – aqueles que acordam a criança que mora em nós.
Viagem – saída para descobrirmos outros eus.
Lar - lugar que acolhe os meus retornos.
Amigo – bálsamo para as asperezas da vida.
Nostalgia – saudade do não vivido.
Palavra – mala precária pra envolver a intensidade da existência.
Psicanálise – possibilidade de reinventar-se.
Humor – magia que torna gostosos os dissabores.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Ah, meu gato
No meu edredon,
meu gato faz ron-ron.
Sem juízo, passeia
pela minha teia
E me deixa
no país das maravilhas.
meu gato faz ron-ron.
Sem juízo, passeia
pela minha teia
E me deixa
no país das maravilhas.
Na cozinha
Maria e José ficavam horas na cozinha. Embora nada entendesse de culinária, era José quem acendia o fogão a lenha. Essa sim, era sua especialidade. E Maria, ah, Maria gostava daquela arte! O fogo ardia e o caldo, preparado bem devagar, ficava saboroso. Entre uma mexida e outra na panela, às vezes trocavam passos de dança, ao som da voz de Vinícius, que vinha da sala: “ao sol que arde em Itapuã”. Os dois sorviam satisfeitos aquela delícia preparada com jeito. Lá fora, o canteiro de beijos plantado por José era testemunha daquele amor caseiro. Só deles dois.
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